copacabana
Ao mundo da água, transeunte, além da primeira impressão da rodoviária. Após a chegada ao rio de janeiro em sete de fevereiro de 2009, numa sexta-feira de madrugada exatamente às 04h00min horas.

Sair de férias em um mundo de conexões postais, segundo o Benjamin um belga que conheci no Art Hostel no Catete na Rua Silveira Martins no bairro do Catete o qual disse que independente do local bonito em que se encontrava brigava muito com a namorada deixando o lugar não tão belo se referindo a uma viagem ao Nordeste brasileiro Natal e São Luís.
Os museus que visitei, os botecos e restaurantes em que me alimentei, a ida à praia, as paqueras de verão, os papos gostosos, tudo é impagável na moeda corrente para o turista que se deixa abstrato num mundo real, enfim a imagem paradisíaca da zona sul do Rio de janeiro é capaz de nos dar bem um tom quase virtual da realidade pois a exibição do corpo e o movimento se fazem extremamente excitantes.
Qual a primeira impressão que tive dos lugares? Ou melhor, quais as novas impressões que me ocorreram. As frisas dos palacetes do Catete todas trabalhadas em ferro. A igreja da Nossa Senhora da Paz em Ipanema com uma pintura do paraíso e do inferno pintura exposta no muro lateral e externo da igreja, O parque do Aterro e o Abricó de Macaco uma árvore que nunca tinha percebido e que é exuberante tanto pelas flores brancas e alaranjadas e frutos em forma de bola que dão no caule, vi outra dessas árvores tanto em Ipanema como no parque do Catete.
Hoje quinta-feira dia 13 de fevereiro o dia está nublado aqui em São Paulo a conexão com a internet caiu e estou sem telefone fixo também. Duas mensagens na secretaria ontem à noite, uma do Jader e outra da Carol, falei com a Josefa e com o Marzo ao telefone também.
Penso em estruturar estes escritos de viagem por tópicos em forma de reflexões livres sobre as impressões tanto de locais artísticos como de locais de lazer.
Sexta-feira dia seis
Sábado dia sete
Domingo dia oito
Segunda-feira dia nove
Terça-feira dia dez
Quarta-feira dia onze
Quinta-feira dia doze
Sete dias longos e no oitavo dia as recordações e pensamentos que me ocorrem e suscitam novas explorações em tempo e espaço, capazes de transformarem o vivido em pulsação permanente.
Sexta-feira dia treze